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Seguro empresarial para loja e comércio: o que cobre, quanto custa e o que ninguém contrata

Incêndio do prédio e do estoque, roubo, danos elétricos, vendaval, responsabilidade civil e lucros cessantes: o que uma loja precisa. Custa menos do que um mês de aluguel por ano. A cobertura que quase ninguém contrata e mais faz falta.

Felipe Servignini MendesPublicado em
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O seguro empresarial de uma loja cobre o prédio (se for seu) e o que está dentro — estoque, móveis, equipamentos — contra incêndio, roubo, danos elétricos e vendaval, mais a responsabilidade civil pelo que acontece com cliente e vizinho, e, se contratado, o lucro que você deixa de ter enquanto a loja está fechada. Custa, para a maioria dos comércios de rua e de galeria, menos do que um mês de aluguel por ano. A cobertura que quase ninguém contrata e que mais faz falta é a última: lucros cessantes.

As coberturas, em ordem de importância

  • Incêndio, raio e explosão (básica, obrigatória na apólice): prédio e conteúdo. É o que destrói o negócio numa noite.
  • Roubo e furto qualificado: o estoque e os equipamentos. Com arrombamento comprovado e B.O.
  • Danos elétricos: freezer, ar-condicionado, computador, o painel. O sinistro mais frequente.
  • Vendaval, granizo, fumaça: telhado, toldo, fachada, letreiro.
  • Responsabilidade civil (operações): o cliente que escorregou, a prateleira que caiu, o dano ao vizinho.
  • Lucros cessantes: paga a receita que parou enquanto a loja fica fechada depois de um sinistro coberto. Quase ninguém contrata; é o que separa o comerciante que reabre do que fecha.
  • Vidros e equipamentos eletrônicos, quebra de máquinas, dinheiro em caixa: conforme o negócio.

Quanto custa

Depende do ramo (papelaria e restaurante não são o mesmo risco), do valor do estoque e do prédio, e da segurança (alarme, grade, extintor). Loja de 100 m² com R$ 150 mil de estoque, em galeria, com incêndio, roubo, elétrico, vendaval e RC: a faixa de mercado fica entre R$ 1.500 e R$ 3.500 por ano. Restaurante e oficina custam mais; escritório, menos. A cotação leva um dia.

O que a seguradora pergunta

  • Atividade exata: o CNAE define a aceitação e o preço.
  • Construção: alvenaria, estrutura metálica, madeira.
  • Proteção: extintor dentro da validade, alarme, grade, vigilância.
  • Valores: quanto custa repor o estoque e os equipamentos hoje — subavaliar reduz o prêmio e reduz a indenização na mesma proporção (rateio).

MEI precisa?

Nenhuma lei obriga. O shopping ou a galeria costumam exigir no contrato de locação (incêndio e RC). Fora isso, é a mesma conta de sempre: quanto do seu negócio você consegue repor do bolso se pegar fogo hoje?

Cotação para o seu comércio: Atividade, tamanho, estoque. A gente cota em cinco seguradoras e monta com lucros cessantes, para você ver a diferença. Ver o seguro empresarial.

Felipe Servignini Mendes

Corretora de seguros habilitada pela SUSEP 202030976. Conteúdo informativo — não substitui a leitura das condições gerais da apólice nem orientação profissional individual.

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