150 perguntas que já respondemos
São as dúvidas que chegam no WhatsApp e no balcão, escritas como as pessoas perguntam. Se a sua não estiver aqui, pergunta que a gente responde — e ela entra na lista.
Seguro estágio
Ver a página de seguro estágio →Quem paga o seguro estágio: a empresa ou o estagiário?
Paga a parte concedente, ou seja, a empresa ou o órgão público que recebe o estagiário. É o que determina o artigo 9º, parágrafo único, da Lei nº 11.788/2008. Há uma exceção: no estágio obrigatório, aquele exigido pela grade do curso, a responsabilidade pode ser assumida pela instituição de ensino. O estagiário não deve arcar com esse custo.
Abrir esta dúvida →O seguro para estagiário é obrigatório?
Sim. A Lei nº 11.788/2008 exige seguro contra acidentes pessoais em favor do estagiário, e a apólice precisa estar vigente antes do início das atividades. A exigência vale para pessoas jurídicas de direito privado e para os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional, em qualquer esfera.
Abrir esta dúvida →Seguro de vida para estagiário é a mesma coisa que seguro estágio?
Na prática, sim — é o mesmo produto com dois nomes. A maioria das pessoas procura por "seguro de vida para estagiário", mas o nome técnico do que a Lei nº 11.788/2008 exige é seguro de acidentes pessoais. A diferença importa numa hora só: este seguro cobre morte e invalidez decorrentes de ACIDENTE. Falecimento por doença ou causa natural não é indenizado por ele — para isso existe o seguro de vida propriamente dito, que é outro produto e não substitui nem é substituído por este.
Abrir esta dúvida →Qual o melhor seguro para estagiário?
O melhor é o que cumpre a lei e paga rápido quando precisa. Como a Lei nº 11.788/2008 não fixa valor mínimo de cobertura, qualquer apólice de acidentes pessoais em nome do estagiário atende à exigência — o que diferencia é o capital segurado, a facilidade de contratar e ter uma corretora registrada na SUSEP para acionar na hora do sinistro. Entre os planos que oferecemos, o de R$ 29,90 já atende à lei; os maiores existem para quem quer indenização mais alta em caso de acidente grave.
Abrir esta dúvida →O que é o seguro estágio?
É uma apólice de acidentes pessoais em favor do estagiário. As coberturas deste bilhete são morte acidental e invalidez permanente total ou parcial por acidente. Em caso de sinistro indenizável, a indenização é paga ao estagiário ou aos beneficiários indicados, conforme os limites e as exclusões descritos nas condições gerais da apólice.
Abrir esta dúvida →Quanto custa o seguro estágio?
Nos planos que oferecemos, a partir de R$ 29,90 por ano de vigência, em pagamento único. O valor varia conforme o capital segurado escolhido: R$ 10.000,00, R$ 20.000,00 ou R$ 100.000,00. São valores de referência para contratação online, sujeitos a confirmação pela seguradora na emissão da proposta.
Abrir esta dúvida →O seguro é obrigatório também no estágio não obrigatório?
Sim. A lei não distingue: tanto no estágio obrigatório quanto no não obrigatório é preciso ter a apólice. A diferença está em quem contrata. No estágio não obrigatório a responsabilidade é sempre da parte concedente; no obrigatório, ela pode ficar com a instituição de ensino.
Abrir esta dúvida →O que diz o artigo 9º da Lei nº 11.788/2008?
O artigo 9º lista as obrigações da parte concedente do estágio. O parágrafo único determina a contratação, em favor do estagiário, de seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso. No estágio obrigatório, essa responsabilidade pode ser assumida pela instituição de ensino.
Abrir esta dúvida →O que acontece se a empresa não contratar o seguro?
A ausência do seguro é irregularidade na relação de estágio e pode ser apurada em fiscalização do trabalho. Além da autuação, o descumprimento das obrigações da Lei do Estágio pode levar à caracterização de vínculo empregatício, com os encargos que isso implica. E se ocorrer um acidente sem apólice vigente, a empresa responde diretamente.
Abrir esta dúvida →A lei define um valor mínimo de cobertura?
Não. A Lei nº 11.788/2008 exige que a apólice seja compatível com valores de mercado e que conste do termo de compromisso, mas não fixa um capital segurado mínimo. Por isso qualquer um dos três planos atende à exigência legal — a diferença entre eles está no valor da indenização.
Abrir esta dúvida →Esse seguro vale para o meu estágio?
Vale para estágios em todo o território nacional, de acordo com a Lei nº 11.788/2008. A escolha do plano deve considerar o capital segurado desejado e o que estiver acordado no termo de compromisso de estágio.
Ver em Seguro Estágio →Por quanto tempo vale a apólice? Preciso renovar?
A vigência é de um ano, contado a partir da emissão, em pagamento único. Não há renovação automática: se o estágio continuar depois desse período, é preciso contratar novamente para que não haja intervalo sem cobertura.
Ver em Seguro Estágio →O estagiário pode contratar o seguro por conta própria?
Pode, e acontece com frequência quando a empresa demora a providenciar. Mas a obrigação legal continua sendo da parte concedente. Se você é estagiário e está contratando por conta própria, vale conversar com o RH antes: em muitos casos a empresa reembolsa ou já tem apólice coletiva.
Abrir esta dúvida →Vale para estágio em órgão público?
Sim. A Lei nº 11.788/2008 estende a exigência aos órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Alguns órgãos exigem características específicas na apólice — vale conferir o edital ou o termo de compromisso antes de contratar.
Abrir esta dúvida →Vale para menor aprendiz?
Não. Aprendiz e estagiário são figuras distintas: o contrato de aprendizagem segue a CLT, com registro em carteira e cobertura previdenciária própria. O seguro exigido pela Lei do Estágio é para estagiários. Se a sua dúvida é sobre aprendiz, fale com a gente que orientamos qual seguro se aplica.
Abrir esta dúvida →Posso contratar para vários estagiários de uma vez?
A contratação online é feita por estagiário, um de cada vez. Para empresas com vários estagiários, ou com entrada e saída frequente, costuma valer mais uma apólice coletiva, com faturamento mensal e inclusão e exclusão de vidas ao longo do período. Fale com a gente que montamos a comparação.
Abrir esta dúvida →Em quanto tempo receberei minha apólice?
Depois de confirmado o pagamento, a seguradora emite e envia a apólice para o e-mail informado na contratação. O pagamento por PIX é o que costuma tornar a confirmação mais rápida. Se não chegar, verifique a caixa de spam e nos chame que verificamos junto à seguradora.
Abrir esta dúvida →O que é o Bilhete Premiável Capemisa?
É o produto que oferecemos para o seguro estágio. Bilhete de seguro é uma modalidade simplificada, sem proposta longa para preencher, o que permite a contratação online. Além das coberturas de morte acidental e invalidez permanente por acidente, ele dá números da sorte para quatro sorteios mensais de R$ 4.000,00, realizados nos quatro últimos sábados de cada mês, com incidência de imposto de renda sobre a premiação.
Abrir esta dúvida →Como faço para usar o seguro? (Sinistro)
Fale com a gente pelo WhatsApp (67) 9 9625-2382 ou pelo e-mail sinistro@chiaremendes.com.br. Orientamos quais documentos a seguradora pede e acompanhamos a abertura do sinistro do começo ao fim. O canal de atendimento da seguradora que emitiu a apólice também consta no próprio documento.
Abrir esta dúvida →Não recebi minha apólice, preciso dela com urgência!
Verifique primeiro a caixa de spam e o endereço de e-mail informado na contratação, que é o erro mais comum. Se não estiver lá, nos chame no WhatsApp (67) 9 9625-2382 com o CPF do segurado que localizamos a emissão junto à seguradora e reenviamos.
Abrir esta dúvida →Vocês atendem fora de Dourados e do Mato Grosso do Sul?
Sim. A contratação é online e a apólice vale em todo o território nacional, para estágio em qualquer estado. Nossa sede fica em Dourados/MS, onde também recebemos clientes pessoalmente, mas o atendimento não é restrito à região.
Ver em Seguro Estágio →Por que todo mundo chama de seguro de vida se não é?
Porque o nome pegou. O contrato indeniza a família em caso de morte, e é assim que as pessoas resumem qualquer apólice com essa característica. Só que a apólice do estágio só paga se a morte for por acidente, e um seguro de vida paga por qualquer causa. O apelido é inofensivo até alguém precisar acionar e descobrir a diferença.
Abrir esta dúvida →Qual o valor do seguro de vida para estagiário?
A apólice que atende à exigência legal custa a partir de R$ 29,90 por ano, em pagamento único, com R$ 10.000,00 de capital segurado em morte acidental. Um seguro de vida de verdade, que cobre morte por qualquer causa, é outro produto e tem preço calculado por idade e capital — normalmente mensal.
Abrir esta dúvida →Se o estagiário morrer de doença, o seguro estágio paga?
Não. Esta é a diferença mais importante entre os dois produtos, e a que mais gera frustração. O bilhete cobre morte acidental e invalidez por acidente. Falecimento por doença, causa natural ou condição preexistente não é indenizado. Quem precisa dessa proteção precisa contratar um seguro de vida, que é outro contrato.
Abrir esta dúvida →Preciso contratar os dois?
Para cumprir a exigência do estágio, não: basta o seguro contra acidentes pessoais. O seguro de vida é uma decisão pessoal, que costuma fazer sentido para quem tem dependentes financeiros. São coisas independentes — uma é obrigação do estágio, a outra é planejamento de família.
Abrir esta dúvida →Quem paga o seguro do estagiário?
Pela Lei nº 11.788/2008, a obrigação é da parte concedente, ou seja, a empresa onde o estágio acontece. No estágio obrigatório, a lei permite que a instituição de ensino assuma no lugar dela. O estagiário contratar por conta própria é comum na prática, mas não é o que a lei determina — vale perguntar antes de gastar.
Abrir esta dúvida →O Bilhete Premiável serve para o seguro estágio obrigatório?
Sim. A Lei nº 11.788/2008 exige seguro contra acidentes pessoais em favor do estagiário, com as coberturas de morte acidental e invalidez permanente total ou parcial por acidente — que são justamente as do bilhete. A lei não fixa capital segurado mínimo, então qualquer um dos três planos atende à exigência.
Abrir esta dúvida →Qual a diferença entre bilhete e apólice?
O bilhete é uma forma simplificada de contratação, com menos etapas e emissão rápida, adequada a coberturas padronizadas como esta. A apólice tradicional envolve proposta detalhada e costuma fazer sentido em riscos que precisam de análise individual. Para o seguro estágio, o bilhete resolve.
Abrir esta dúvida →Quanto custa o Bilhete Premiável para estagiário?
A partir de R$ 29,90 por ano de vigência no Plano 1, com capital segurado de R$ 10.000,00. O Plano 3 custa R$ 59,80 para capital de R$ 20.000,00 e o Plano 8 custa R$ 299,00 para capital de R$ 100.000,00. São valores de referência para contratação online, sujeitos a confirmação pela seguradora na emissão.
Abrir esta dúvida →Os sorteios têm algum custo a mais?
Não. Os números da sorte já estão incluídos no valor do bilhete; a quantidade varia conforme o plano. Sobre eventual premiação incide imposto de renda, retido conforme a legislação.
Ver em Bilhete Premiável Capemisa →Preciso ser cliente da Chiare & Mendes para contratar?
Não. A contratação é aberta a qualquer pessoa e acontece aqui mesmo, neste site: você preenche os dados e recebe o PIX na própria tela. A Chiare & Mendes fica registrada como corretora responsável, o que significa que você tem a quem recorrer depois — na dúvida sobre cobertura, na hora de contratar de novo ou ao acionar um sinistro.
Abrir esta dúvida →Por que contratar por uma corretora e não direto?
Porque o preço é o mesmo e você ganha alguém do seu lado. Corretor registrado na SUSEP responde tecnicamente pela intermediação, orienta na escolha do capital segurado e acompanha o sinistro junto à seguradora. Contratando direto, você fica sozinho nessa parte.
Abrir esta dúvida →Seguro estágio por curso
Ver a página de seguro estágio por curso →O seguro estágio cobre contaminação por perfurocortante?
O acidente em si — a perfuração — é acidente pessoal. Se dele resultar invalidez permanente ou morte, o bilhete indeniza. O que ele não cobre é o tratamento nem a doença que possa se desenvolver: não é plano de saúde. Para o tratamento, o caminho é o protocolo do próprio hospital e o SUS.
Abrir esta dúvida →Meu estágio é no hospital da universidade. Quem contrata?
Quando a instituição de ensino é também a concedente, ela acumula as duas obrigações — e quase sempre resolve com a apólice coletiva. Pergunte na coordenação antes de gastar qualquer coisa.
Ver em Seguro estágio em Enfermagem →O COFEN exige seguro?
O que o COFEN regulamenta é a supervisão e o que o estudante pode fazer. A exigência do seguro vem da Lei nº 11.788/2008, que vale para qualquer estágio. As duas coisas andam juntas na prática: o campo de estágio só recebe o aluno com termo assinado, e o termo precisa da apólice.
Abrir esta dúvida →Interno de Medicina precisa comprar seguro estágio?
Na maioria dos casos, não. O internato é obrigatório, e a lei permite que a instituição assuma o seguro — as faculdades de Medicina costumam ter apólice coletiva para todos os internos como parte do convênio com os hospitais. Confirme na coordenação antes de gastar.
Abrir esta dúvida →E o estágio de férias em outro hospital?
Aí é estágio não obrigatório, e a obrigação é do hospital concedente. Muitos exigem que o aluno traga a apólice. É o caso em que comprar por conta própria faz sentido — e cinco minutos resolvem.
Ver em Seguro estágio em Medicina →Estágio na clínica-escola precisa de seguro?
Precisa — a Lei do Estágio vale para qualquer estágio, inclusive dentro da faculdade. A diferença é que, nesse caso, a instituição é concedente e instituição de ensino ao mesmo tempo, e normalmente já tem apólice coletiva. Pergunte antes de comprar.
Abrir esta dúvida →O que o CFO diz sobre o estagiário atender paciente?
Que ele atende sob supervisão direta de cirurgião-dentista, que é quem responde pelos atos. É uma orientação sobre responsabilidade profissional, não sobre seguro — mas é por isso que nenhuma clínica recebe o aluno sem termo de compromisso assinado, e o termo pede a apólice.
Abrir esta dúvida →Queimadura em cozinha industrial é coberta?
Queimadura é acidente. Se resultar em invalidez permanente — perda de função de uma mão, por exemplo — o bilhete indeniza proporcionalmente. Se sarar sem sequela, não há indenização: a cobertura é de invalidez permanente e morte, não de despesas médicas.
Abrir esta dúvida →A universidade paga o seguro de Nutrição?
Muitas pagam. Universidades federais frequentemente registram no regulamento de estágio que a instituição é responsável pelo seguro no estágio curricular obrigatório. Peça o regulamento do seu curso na coordenação — a resposta costuma estar escrita lá.
Ver em Seguro estágio em Nutrição →Lesão na coluna ao movimentar paciente é coberta?
Depende de como aconteceu. Uma queda ou um movimento súbito que cause lesão é acidente, e se resultar em invalidez permanente o bilhete indeniza. Desgaste progressivo ao longo de meses é doença ocupacional, e não é coberto por seguro de acidentes pessoais. A diferença está na palavra "súbito".
Abrir esta dúvida →Preciso do seguro para a clínica-escola?
A Lei do Estágio vale para qualquer estágio, inclusive dentro da faculdade. Mas nesse caso a instituição acumula as duas obrigações e quase sempre já tem apólice coletiva. Pergunte antes de comprar.
Ver em Seguro estágio em Fisioterapia →Estágio em escola pública precisa de seguro?
Precisa, como qualquer estágio. Mas em licenciatura o convênio entre a universidade e a secretaria de educação normalmente já resolve isso com apólice coletiva. Pergunte na coordenação de estágio antes de comprar — a resposta costuma ser "já está coberto".
Abrir esta dúvida →As 400 horas contam para qualquer licenciatura?
Sim. A resolução vale para toda formação de professor: Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências, História, Geografia, Educação Física escolar e as demais. O estágio é sempre obrigatório, e por isso a instituição pode assumir o seguro em todas elas.
Ver em Seguro estágio em Pedagogia e licenciaturas →Estágio no fórum precisa de seguro?
Precisa, e a obrigação é do tribunal, que é a parte concedente. Tribunais e Ministério Público costumam ter apólice coletiva para todos os estagiários. Se pedirem que você traga a sua, vale perguntar por que — a lei atribui a eles.
Abrir esta dúvida →A carteira de estagiário da OAB tem a ver com o seguro?
Não diretamente. A carteira regula o que você pode fazer como estagiário de advocacia. O seguro vem da Lei do Estágio, que vale para qualquer estágio, com ou sem carteira. As duas coisas se encontram no termo de compromisso, que o escritório assina e que pede a apólice.
Abrir esta dúvida →Qual capital segurado faz sentido para estágio em obra?
O mínimo que as empresas costumam aceitar é R$ 10.000, e ele atende à lei. Mas a lei diz "compatível com valores de mercado", e num canteiro o risco é real. O plano com R$ 20.000 custa o dobro de um valor pequeno — e o de R$ 100.000 existe para quem quer que a indenização signifique alguma coisa para a família.
Abrir esta dúvida →A construtora pode exigir que eu traga a apólice?
Pode pedir, e muitas pedem, mas a obrigação legal de contratar é dela. Vale perguntar se ela não tem apólice coletiva — construtoras médias e grandes normalmente têm. Se insistirem que é você, o custo é baixo e o acesso à obra depende disso.
Abrir esta dúvida →Estágio de Administração é obrigatório?
Na maioria dos cursos, não: a diretriz curricular deixa a critério da instituição, e a maior parte trata como atividade opcional. Isso muda quem paga o seguro. Sem obrigatoriedade, não há a exceção que permite à faculdade assumir — a obrigação é da empresa, sempre.
Abrir esta dúvida →A empresa disse que o seguro é por minha conta. E agora?
A lei diz que é da empresa. Você pode mostrar o art. 9º da Lei nº 11.788/2008, ou pode comprar por R$ 29,90 e não brigar — é uma decisão sua. O que vale saber é que a obrigação não era sua, e que empresa que empurra isso para o estagiário costuma ter apólice coletiva e não sabe.
Abrir esta dúvida →Estágio em agência precisa de seguro mesmo?
Precisa. A Lei do Estágio não distingue por área: qualquer estágio, em qualquer empresa, exige seguro contra acidentes pessoais contratado pela concedente. Agência pequena que não contrata está com o termo de compromisso irregular — e o risco disso é dela, não do estagiário.
Abrir esta dúvida →Por que eu compraria, então?
Porque é rápido e barato, e porque brigar com a agência que acabou de te contratar pode não valer R$ 29,90. É uma escolha legítima. Só não deixe de saber que a obrigação era dela — e que, se houver acidente, a empresa sem apólice responde pessoalmente.
Abrir esta dúvida →Estágio e instituições de ensino
Ver a página de estágio e instituições de ensino →No estágio obrigatório, quem contrata o seguro: a instituição ou a empresa?
O artigo 9º, parágrafo único, da Lei nº 11.788/2008 põe o seguro contra acidentes pessoais entre as obrigações da parte concedente, mas ressalva que, no estágio obrigatório, a responsabilidade poderá alternativamente ser assumida pela instituição de ensino. É a única hipótese da lei, e quem assume costuma ser definido no convênio.
Abrir esta dúvida →Qual é a diferença prática entre estágio obrigatório e não obrigatório?
O obrigatório está no projeto pedagógico do curso e é requisito para a diplomação. O não obrigatório é opcional, com bolsa e auxílio-transporte exigidos pelo artigo 12. As duas modalidades exigem seguro; no não obrigatório, a contratação é sempre da parte concedente.
Abrir esta dúvida →Onde a apólice precisa constar?
No termo de compromisso de estágio, conforme o artigo 9º da Lei nº 11.788/2008. O convênio define a regra geral com cada parte concedente; o termo é o documento individual do aluno, onde o número da apólice e a vigência aparecem.
Abrir esta dúvida →Quando faz sentido uma apólice coletiva em vez de um bilhete por aluno?
Quando há muitos alunos e entrada e saída ao longo do semestre. Na coletiva, a movimentação é feita por relação de vidas, em vez de uma contratação nova a cada nome. Para volumes pequenos, o bilhete individual costuma ser mais simples.
Abrir esta dúvida →Como funciona a inclusão de um aluno no meio do semestre?
A instituição envia a movimentação e a seguradora processa a inclusão. A cobertura passa a valer a partir da inclusão aceita, sem efeito retroativo — por isso o envio precisa anteceder o início das atividades. Condições, limites e exclusões constam nas condições gerais da apólice.
Abrir esta dúvida →Estágios de saúde, engenharia ou agronomia precisam de apólice diferente?
A rotina dessas áreas é diferente da de um estágio administrativo, e é razoável considerar isso ao definir o capital segurado do convênio. O que a apólice cobre não se define pela área do curso: as coberturas, os limites e as exclusões constam nas condições gerais.
Abrir esta dúvida →Quanto custa e como a instituição recebe a cotação?
Os planos individuais partem de R$ 29,90 por ano de vigência, por aluno. Valores de referência para contratação online, sujeitos a confirmação pela seguradora na emissão da proposta. Coberturas, limites e exclusões constam nas condições gerais da apólice. A cotação de apólice coletiva depende do número de vidas, dos cursos e do capital segurado, sob análise da seguradora.
Abrir esta dúvida →A UFGD paga o seguro do estágio obrigatório?
Pode pagar. A Lei nº 11.788/2008 permite que a instituição de ensino assuma o seguro no estágio obrigatório, e é comum que universidades públicas o façam. Antes de contratar, pergunte à coordenação do seu curso se existe apólice institucional que cubra você — se existir, você não precisa comprar nada.
Abrir esta dúvida →Preciso da apólice antes de assinar o termo de compromisso?
Sim. O modelo de termo da UFGD determina que a informação do seguro conste no próprio documento, o que na prática significa escrever o número da apólice ali. Sem ela, o termo fica incompleto e a assinatura não acontece.
Ver em Seguro estágio na UFGD →Aluno da UEMS precisa comprar seguro estágio?
Na maioria dos casos, não. A UEMS mantém apólice coletiva de acidentes pessoais para os acadêmicos, e você pode solicitar o extrato da apólice individual para apresentar à empresa. A contratação por conta própria costuma ser necessária apenas em estágio não obrigatório, quando a empresa exige apólice em nome dela, ou quando o período do estágio ultrapassa a validade da apólice coletiva.
Abrir esta dúvida →Como solicitar a apólice individual do seguro acadêmico da UEMS?
O pedido é feito à própria universidade — secretaria acadêmica ou coordenação do curso — e a orientação institucional está na CI Circular PROE nº 18. A universidade emite o extrato do contrato em nome do acadêmico, que é o documento apresentado à concedente.
Abrir esta dúvida →A Unigran paga o seguro do estágio?
Não. Confirmamos por telefone com a coordenação de estágio que a Unigran não mantém apólice institucional para estagiários. Quem contrata é a empresa concedente ou o próprio aluno — e vale perguntar à empresa antes, porque muitas já têm apólice coletiva e nesse caso você só precisa do número dela.
Abrir esta dúvida →Onde entrego a apólice na Unigran?
Na coordenação do seu curso. O padrão é levar impressa, mas a coordenadora costuma aceitar o PDF por WhatsApp ou e-mail — confirme com ela qual prefere. A apólice chega no seu e-mail em PDF assim que o pagamento é confirmado, então dá para imprimir ou encaminhar na hora.
Abrir esta dúvida →O estágio pela Anhanguera já vem com seguro incluso?
Depende de como o estágio foi conseguido. Se veio por agente de integração conveniado, o seguro costuma estar incluído no convênio. Se você conseguiu a vaga por conta própria, a obrigação é da empresa concedente — e quando ela não tem apólice, contratar por conta própria é o caminho mais rápido. Pergunte no setor de estágios da unidade antes de comprar.
Abrir esta dúvida →Quem estuda a distância também precisa de seguro para estagiar?
Sim. A Lei nº 11.788/2008 não distingue modalidade de ensino: qualquer estágio, presencial ou de aluno EAD, exige seguro contra acidentes pessoais em favor do estagiário. O que muda é a logística — a entrega costuma ser digital, pelo portal do aluno ou pelo polo, e a conferência leva mais tempo do que no atendimento presencial.
Abrir esta dúvida →Aluno de pós-graduação precisa de seguro estágio?
Depende do curso. A Lei nº 11.788/2008 define estágio como ato educativo vinculado a matrícula e frequência regular em curso de ensino superior, de educação profissional, de ensino médio ou de educação especial. Nem todo curso de pós-graduação lato sensu se enquadra, e curso livre não se enquadra. Confirme com a secretaria antes: se não há vínculo de estágio, o contrato é outro e as regras também.
Abrir esta dúvida →Seguro estágio para empresas
Ver a página de seguro estágio para empresas →A empresa é obrigada a contratar o seguro do estagiário?
Sim. O artigo 9º, parágrafo único, da Lei nº 11.788/2008 determina que a parte concedente contrate, em favor do estagiário, seguro contra acidentes pessoais. A exigência alcança pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional.
Abrir esta dúvida →A instituição de ensino não pode assumir esse custo?
Pode, mas só no estágio obrigatório — aquele exigido pela grade curricular. No estágio não obrigatório, a responsabilidade é sempre da parte concedente. Vale confirmar essa divisão no convênio com a instituição antes de assumir que está coberto.
Ver em Seguro estágio para a empresa →Quando compensa uma apólice coletiva em vez de bilhetes avulsos?
Quando há vários estagiários ao mesmo tempo ou rotatividade frequente. Na coletiva, você inclui e exclui vidas ao longo do período em vez de contratar uma apólice nova a cada entrada. Também facilita a prestação de contas, porque a gestão fica num documento só. Para dois ou três estagiários por ano, o bilhete avulso costuma ser mais simples.
Abrir esta dúvida →A lei define um capital segurado mínimo?
Não. A Lei nº 11.788/2008 exige que a apólice seja compatível com valores de mercado e que conste do termo de compromisso, mas não fixa valor mínimo. Algumas instituições de ensino, porém, estabelecem um piso nos próprios convênios — vale conferir antes de escolher o plano.
Abrir esta dúvida →O que a empresa precisa apresentar ao fiscal?
O termo de compromisso de estágio com a apólice indicada, e o comprovante de que ela estava vigente durante o período fiscalizado. Guardar o certificado emitido pela seguradora junto ao termo evita procurar documento depois.
Ver em Seguro estágio para a empresa →Contratamos com atraso. Dá para regularizar o período passado?
Não. Seguro não tem efeito retroativo: a cobertura começa na emissão. O que dá para fazer é contratar imediatamente para interromper a exposição daqui para frente. Se você está nessa situação, fale com a gente que orientamos como proceder.
Ver em Seguro estágio para a empresa →Vocês atendem empresas fora de Mato Grosso do Sul?
Sim. Emitimos apólices em qualquer estado e o atendimento é remoto quando necessário. Nossa sede fica em Dourados/MS, mas a carteira não é restrita à região.
Ver em Seguro estágio para a empresa →Seguro Auto
Ver a página de seguro auto →O seguro auto cobre motorista de aplicativo?
Sim. É preciso declarar o uso para app na contratação; existem planos específicos com condições adequadas a esse perfil de quilometragem.
Ver em Seguro Auto →Como funciona a franquia?
A franquia é a parte do conserto que fica por sua conta nos sinistros de colisão. O valor é definido na apólice e, em geral, não se aplica a perda total nem a roubo.
Ver em Seguro Auto →Posso escolher a oficina?
Na maioria das apólices o reparo é feito em oficina referenciada pela seguradora. Algumas oferecem livre escolha como cobertura adicional.
Ver em Seguro Auto →O seguro cobre quem dirige além de mim?
Sim, desde que respeitado o perfil declarado. É importante informar o principal condutor e se há condutores jovens na residência.
Ver em Seguro Auto →Vale a pena segurar carro antigo?
Depende. Para veículos de baixo valor de mercado, muitas vezes compensa focar na cobertura de terceiros (RCF) e assistência, que protegem o seu bolso a um custo menor.
Ver em Seguro Auto →Vocês atendem fora de Dourados?
Sim, em todo o Brasil. As seguradoras parceiras têm rede nacional de oficinas, guincho e atendimento.
Ver em Seguro Auto →Seguro Residencial
Ver a página de seguro residencial →Preciso ter casa própria para contratar?
Não. Quem mora de aluguel também pode (e deve) segurar o conteúdo do imóvel e a responsabilidade civil pelo uso.
Ver em Seguro Residencial →O seguro cobre os móveis e eletrônicos?
Sim. Além da estrutura, você pode contratar cobertura para móveis, eletrodomésticos e eletrônicos.
Ver em Seguro Residencial →Apartamento precisa de seguro se o condomínio já tem?
Sim. O seguro do condomínio cobre as áreas comuns; o interior da sua unidade e os seus bens são responsabilidade sua.
Ver em Seguro Residencial →Quanto custa um seguro residencial?
É uma das proteções mais acessíveis do mercado — muitas apólices custam o equivalente a poucos reais por mês, conforme as coberturas escolhidas.
Ver em Seguro Residencial →Cobre home office e equipamentos de trabalho?
Pode cobrir, com cláusula específica para equipamentos profissionais usados em casa. Basta informar na cotação.
Ver em Seguro Residencial →Seguro de Vida
Ver a página de seguro de vida →O seguro de vida paga em vida ou só por morte?
Ambos. Além da indenização por morte aos beneficiários, há coberturas que pagam ao próprio segurado, como invalidez e doenças graves.
Ver em Seguro de Vida →Quem pode ser beneficiário?
Você escolhe livremente — cônjuge, filhos, pais ou qualquer pessoa. Não precisa ser parente, e a indicação pode ser alterada quando quiser.
Ver em Seguro de Vida →Tem carência?
Sim, para algumas coberturas (como doenças graves). Para morte acidental, em geral, não há carência. As regras constam na apólice.
Ver em Seguro de Vida →O valor é fixo para a vida toda?
O capital e o prêmio podem ser revisados ao longo do tempo. Você pode aumentar a cobertura conforme novos compromissos surgem.
Ver em Seguro de Vida →Preciso fazer exames para contratar?
Na maioria dos casos não — basta uma declaração de saúde. Capitais mais altos podem exigir avaliação médica.
Ver em Seguro de Vida →Seguro Saúde
Ver a página de seguro saúde →Qual a diferença entre seguro saúde e plano de saúde?
Na prática, ambos garantem assistência médica. O seguro saúde costuma oferecer livre escolha com reembolso; o plano trabalha mais com rede credenciada. A gente ajuda a escolher o melhor para você.
Ver em Seguro Saúde →O que são carências?
São os prazos que você cumpre após a contratação antes de usar certas coberturas. Variam por procedimento e operadora.
Ver em Seguro Saúde →Posso incluir a família?
Sim. Planos familiares incluem cônjuge, filhos e, em alguns casos, outros dependentes, com condições específicas.
Ver em Seguro Saúde →Plano empresarial é mais barato?
Costuma ter melhor custo-benefício e carências reduzidas. A partir de poucas vidas já é possível contratar — ideal para MEIs e pequenas empresas.
Ver em Seguro Saúde →Existe cobertura para doença pré-existente?
Sim, com cobertura parcial temporária por um período definido em contrato. Informe sempre as condições de saúde na contratação.
Ver em Seguro Saúde →Seguro Empresarial
Ver a página de seguro empresarial →MEI pode contratar seguro empresarial?
Sim. Há pacotes pensados para microempreendedores e pequenos negócios, com coberturas essenciais a um custo acessível.
Ver em Seguro Empresarial →O seguro cobre o estoque e as mercadorias?
Sim. É possível segurar o conteúdo, o estoque e até valores em caixa, conforme as coberturas escolhidas.
Ver em Seguro Empresarial →O que são lucros cessantes?
É a cobertura que compensa o faturamento que a empresa deixa de ter enquanto está parada para reparos após um sinistro coberto.
Ver em Seguro Empresarial →Preciso de seguro se alugo o ponto?
Sim. O seguro protege o seu conteúdo e a sua responsabilidade pelo uso do imóvel, mesmo que o ponto seja alugado.
Ver em Seguro Empresarial →Dá para incluir a equipe?
Sim. É possível combinar com seguro de vida em grupo para os funcionários, muitas vezes exigido em convenção coletiva.
Ver em Seguro Empresarial →Seguro Viagem
Ver a página de seguro viagem →Seguro viagem é obrigatório?
Para alguns destinos, sim. Os países do Tratado de Schengen, na Europa, exigem cobertura médica mínima. Para outros é opcional, mas sempre recomendável.
Ver em Seguro Viagem →Cobre viagem nacional?
Sim. Há planos específicos para viagens dentro do Brasil, inclusive rodoviárias, com cobertura médica e de bagagem.
Ver em Seguro Viagem →Serve para intercâmbio?
Sim, existem planos de longa duração voltados a estudantes e intercambistas, geralmente exigidos pela instituição de ensino.
Ver em Seguro Viagem →Cobre doença pré-existente?
Em geral há cobertura para emergências envolvendo condições pré-existentes, com regras específicas. Vale conferir na contratação.
Ver em Seguro Viagem →Quando devo contratar?
O ideal é contratar assim que comprar a passagem, para já valer a cobertura de cancelamento de viagem.
Ver em Seguro Viagem →Seguro Rural
Ver a página de seguro rural →O seguro agrícola cobre qualquer perda de lavoura?
Não. A apólice lista os eventos climáticos cobertos e também o que fica de fora. Perdas ligadas a manejo inadequado, falta de tratos culturais, plantio fora da janela recomendada e queda de preço da commodity costumam ser excluídas. A relação completa está nas condições gerais.
Abrir esta dúvida →Qual a diferença entre custeio e faturamento?
No custeio, o que está garantido é o valor investido na lavoura. No faturamento, o parâmetro é a receita esperada, o que traz o preço para dentro do cálculo. A disponibilidade varia por cultura, por região e por seguradora.
Ver em Seguro Rural →Como funciona o PSR?
O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural é um programa do governo federal em que parte do prêmio da apólice é custeada com recurso público, e a adesão é feita pela seguradora no momento da contratação. Nós orientamos a documentação e o enquadramento, mas ninguém pode garantir a subvenção: ela depende da dotação orçamentária do ano e das regras vigentes para a cultura e a região.
Abrir esta dúvida →Preciso de seguro para pegar crédito rural?
Quem define isso é o contrato do financiamento, não uma regra única. Na prática é comum o banco condicionar a liberação do crédito ao penhor rural e a um seguro de vida do tomador. Vale ler as cláusulas do seu contrato antes de contratar.
Abrir esta dúvida →Dá para segurar o rebanho?
Existem coberturas voltadas a animais, com regras próprias de aceitação, identificação e comprovação, e as condições variam bastante entre as seguradoras. Traga o seu caso que a gente verifica o que é possível cotar.
Ver em Seguro Rural →Quando devo contratar o seguro da lavoura?
Antes do plantio. Com a lavoura já no campo a aceitação fica restrita ou inviável, e a janela de contratação costuma acompanhar o calendário de plantio da cultura naquela região.
Ver em Seguro Rural →Máquina agrícola entra no seguro rural?
Colheitadeira, trator, plantadeira e pulverizador são cotados no seguro de equipamentos, que é uma apólice própria. Faz sentido contratar junto com o rural, mas são produtos separados.
Ver em Seguro Rural →Seguro de Equipamentos
Ver a página de seguro de equipamentos →O seguro cobre quebra de peça do motor?
Em geral não. A apólice de equipamentos responde por dano de causa externa; falha mecânica ou elétrica interna, desgaste, corrosão e defeito de fabricação costumam estar entre as exclusões. Para pane interna existe a cobertura de quebra de máquinas, contratada à parte quando a seguradora oferece.
Abrir esta dúvida →Máquina financiada pode ser segurada?
Pode, e é frequente o contrato de financiamento exigir. A instituição financeira costuma figurar como beneficiária da indenização até o limite do saldo devedor.
Ver em Seguro de Equipamentos →E se o trator roda na rodovia?
Circulação em via pública tem regra própria e nem toda apólice de equipamentos alcança esse trajeto. Se a máquina anda em rodovia, avise na cotação: pode ser necessária cobertura de responsabilidade civil ou uma apólice de veículo, dependendo do caso.
Abrir esta dúvida →Cobre os danos que a máquina causar a terceiros?
Não automaticamente. A responsabilidade civil por danos causados a terceiros durante a operação é cobertura adicional. Se ela faz ou não parte da sua apólice está escrito nas condições gerais.
Ver em Seguro de Equipamentos →Equipamento usado é aceito?
Costuma ser, com vistoria prévia. Dependendo da idade da máquina pode haver restrição de coberturas ou critério de indenização diferente. A aceitação é sempre decisão da seguradora.
Ver em Seguro de Equipamentos →Como o valor da indenização é definido?
Depende do critério contratado: valor de mercado na data do sinistro ou valor determinado em apólice. São regras diferentes, com efeito direto no que você recebe. Isso se decide na contratação, não no sinistro.
Ver em Seguro de Equipamentos →Equipamento de clínica entra nesse seguro?
Sim. Aparelhos de imagem, odontológicos e de laboratório podem ser segurados como equipamentos estacionários, com atenção especial à cobertura de danos elétricos.
Ver em Seguro de Equipamentos →Previdência Privada
Ver a página de previdência privada →Qual a diferença entre PGBL e VGBL?
A diferença está em como o imposto incide. No PGBL as contribuições podem entrar como dedução na declaração, dentro do limite previsto na legislação, e na saída o imposto incide sobre o valor total. No VGBL não há dedução, e na saída o imposto incide apenas sobre o rendimento.
Abrir esta dúvida →Como sei qual dos dois se aplica ao meu caso?
O critério mais usado é o modelo de declaração: a dedução do PGBL existe para quem declara no modelo completo e contribui para a Previdência Social; quem usa o modelo simplificado não aproveita essa dedução. Esse é o mecanismo. A decisão envolve a sua situação fiscal e é conversa para ter com o seu contador.
Abrir esta dúvida →O que muda entre tabela regressiva e progressiva?
Na regressiva, a alíquota cai conforme o tempo de permanência de cada aporte no plano. Na progressiva vale a tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, com retenção na fonte e acerto na declaração. A troca de regime depois de contratado tem regra própria e nem toda mudança é permitida — confirme antes de escolher.
Abrir esta dúvida →Posso trocar de plano ou de seguradora?
Pode, pela portabilidade. Ela é feita entre planos do mesmo tipo, de PGBL para PGBL e de VGBL para VGBL, sem resgate e sem sair da fase de acumulação. Prazos e condições constam no contrato do plano de origem.
Ver em Previdência Privada →Quais taxas eu preciso olhar?
Duas principalmente: a taxa de carregamento, cobrada sobre o aporte ou sobre o resgate, e a taxa de administração, cobrada sobre o saldo. Elas variam entre planos e pesam bastante no longo prazo. Colocamos as duas na mesma tabela na hora de comparar.
Abrir esta dúvida →Previdência é investimento?
É um plano de acumulação de longo prazo com regra tributária própria, e por trás de cada plano há um fundo com política de investimento definida em regulamento. Rentabilidade passada não é promessa de resultado, e nós não fazemos recomendação de investimento: apresentamos as condições de cada plano.
Abrir esta dúvida →Preciso resgatar tudo de uma vez no final?
Não. Em geral dá para escolher entre resgate, renda por prazo determinado e renda vitalícia, entre outras formas previstas no regulamento. As opções disponíveis e as condições de cada uma estão descritas no contrato do plano.
Ver em Previdência Privada →Dá para contratar em nome de um filho?
Dá. É comum usar o plano para formar reserva de estudo, com o menor como participante e um responsável pelos aportes. As regras de resgate seguem o plano contratado.
Ver em Previdência Privada →RC profissional para médicos
Ver a página de rc profissional para médicos →O seguro cobre processos sobre fatos antigos?
Sim, quando contratada a cobertura retroativa, fatos anteriores ao início da apólice podem ser amparados, desde que desconhecidos na contratação.
Ver em RC profissional para médicos →Plantões e telemedicina estão incluídos?
Podem estar, conforme o perfil declarado e as cláusulas contratadas. Informe todas as suas atividades na cotação para evitar surpresas.
Ver em RC profissional para médicos →Quem escolhe o advogado de defesa?
A defesa é conduzida ou aprovada pela seguradora, sempre com o seu acompanhamento e o da corretora.
Ver em RC profissional para médicos →Vale para qualquer especialidade?
Sim. O valor do prêmio varia conforme o risco da especialidade — as cirúrgicas costumam ter condições específicas.
Ver em RC profissional para médicos →Qual é o valor da franquia?
Depende da seguradora e do plano. Em muitas apólices, a franquia incide apenas sobre a indenização, e não sobre os custos de defesa.
Ver em RC profissional para médicos →Recém-formado pode contratar?
Sim — e é o momento ideal para começar, com a cobertura retroativa contando desde o início da sua atuação.
Ver em RC profissional para médicos →Transportadoras e frota
Ver a página de transportadoras e frota →RCTR-C é obrigatório mesmo?
Sim. A transportadora que faz transporte rodoviário de carga de terceiros é obrigada a manter o RCTR-C, que cobre a sua responsabilidade por perdas e danos à carga em caso de acidente com o veículo. O que não é obrigatório é o RC-DC, que cobre roubo e desaparecimento — e é exatamente onde está o maior prejuízo do setor. Contratar só o obrigatório é o erro mais comum que corrigimos.
Abrir esta dúvida →Qual a diferença entre RCTR-C e RC-DC?
O RCTR-C responde quando a carga é danificada por um acidente com o caminhão: colisão, tombamento, capotagem, incêndio ou explosão. O RC-DC responde quando a carga simplesmente desaparece: roubo, furto qualificado, apropriação indébita. São riscos diferentes, com apólices e taxas diferentes, e o embarcador cobra você nas duas situações.
Abrir esta dúvida →O que é averbação e por que ela é tão importante?
A averbação é o registro de cada viagem na apólice, informando a carga, o valor e a rota. Se a viagem não foi averbada dentro do prazo previsto na apólice, a seguradora pode recusar o sinistro daquele embarque, mesmo com o seguro ativo e o prêmio pago. Deixamos esse fluxo combinado com o seu operacional e conferimos os primeiros meses junto.
Abrir esta dúvida →Minha carga é de alto valor agregado. Consigo seguro?
Consegue, mas a seguradora vai exigir gerenciamento de risco: rastreamento, isca, escolta em determinados trechos, pernoite em local aprovado, checagem de motorista. Quanto mais estruturado o seu plano de gerenciamento, menor a taxa e maior o limite por embarque. Ajudamos a montar esse plano no formato que a seguradora aceita.
Abrir esta dúvida →Sou autônomo (TAC) com um caminhão só. Vale a pena?
Vale, e a estrutura é a mesma em escala menor: RCTR-C e RC-DC para responder pela carga, apólice do veículo com RCF para o que você causa na pista, e acidentes pessoais para você. Um único evento sem seguro costuma custar mais do que anos de prêmio.
Abrir esta dúvida →O seguro de frota é mais barato que apólices separadas?
Na maioria dos casos sim, e o ganho não é só de preço: você passa a ter uma renovação só, uma franquia negociada em conjunto e histórico de sinistralidade da frota inteira, o que melhora a negociação a cada ano. Inclusão e exclusão de veículo é feita por endosso, sem precisar de nova apólice.
Abrir esta dúvida →Sou obrigado a ter seguro de vida para os motoristas?
Na prática, quase sempre. A maioria das convenções coletivas do transporte estabelece seguro de vida em grupo obrigatório com capitais mínimos para os empregados. Verificamos a convenção da sua base e emitimos a apólice já nos valores exigidos, evitando autuação e ação trabalhista.
Abrir esta dúvida →A carga estragou porque o baú quebrou. Está coberto?
Depende da causa e da apólice. Falha mecânica de equipamento de refrigeração, por exemplo, é uma cobertura específica que precisa estar contratada — não vem no básico. É o tipo de detalhe que revisamos linha por linha na cotação, porque em carga refrigerada esse é o sinistro mais frequente.
Abrir esta dúvida →Engenharia e construção
Ver a página de engenharia e construção →O Seguro Garantia substitui a caução em dinheiro e a fiança bancária?
Sim. Nas contratações públicas a garantia pode ser prestada em caução em dinheiro ou títulos, fiança bancária ou seguro garantia, à escolha do contratado. Em contratos privados, depende do que foi acordado, mas na prática o seguro garantia é aceito com naturalidade. A diferença está no efeito financeiro: a caução imobiliza capital e a fiança bancária consome limite de crédito; o seguro garantia custa um prêmio e preserva os dois.
Abrir esta dúvida →Qual o custo do Seguro Garantia?
O prêmio é calculado sobre o valor garantido e considera o prazo do contrato, o tipo de obra e a análise cadastral e financeira da empresa. Balanços consistentes, histórico de obras entregues e capacidade técnica comprovada reduzem a taxa e ampliam o limite que a seguradora concede.
Abrir esta dúvida →Riscos de Engenharia cobre erro de projeto?
A cobertura básica responde por danos à obra durante a execução. Erro de projeto é cobertura adicional e precisa ser contratada expressamente — normalmente com franquia própria. Para a responsabilidade do projetista perante o contratante, a apólice adequada é a RC Profissional do engenheiro ou do escritório.
Abrir esta dúvida →Reforma em prédio ocupado precisa de apólice diferente?
Sim. Nesse caso o ponto crítico é o dano às obras existentes e a terceiros que circulam no local: estrutura, instalações, acabamentos e bens dos moradores ou da empresa. Além dos Riscos de Engenharia com a adicional de obras existentes, a RC de obras é praticamente obrigatória.
Abrir esta dúvida →Quanto tempo leva para emitir?
Riscos de Engenharia costuma sair em poucos dias após o envio do memorial, cronograma e planilha orçamentária. O Seguro Garantia depende da análise de crédito da seguradora: com a documentação contábil completa, a aprovação de limite normalmente ocorre dentro do prazo usual de uma licitação. Quanto antes você nos envia o edital, mais folga temos.
Abrir esta dúvida →A obra já começou. Ainda consigo contratar?
Em geral sim, mas a seguradora avalia o percentual já executado e pode excluir o que foi feito antes do início de vigência, além de pedir vistoria. Contratar antes da primeira medição é sempre mais barato e mais amplo.
Ver em Engenharia e construção →Vocês atendem obras fora de Mato Grosso do Sul?
Sim. Somos de Dourados-MS e trabalhamos com seguradoras de atuação nacional, atendendo obras em qualquer estado. Toda a tratativa, do edital ao sinistro, continua sendo feita com a nossa equipe.
Ver em Engenharia e construção →Não achou a sua?
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