Incêndio na colheitadeira
Palha acumulada perto do motor pega fogo durante a colheita e a máquina é atingida.
Colheitadeira, trator, plantadeira, pulverizador, máquina de construção e equipamento de clínica protegidos onde eles trabalham: na lavoura, no canteiro de obras e dentro do consultório.

Uma colheitadeira parada no meio da janela de colheita custa bem mais do que o conserto. Vale o mesmo para a escavadeira que trava no canteiro e para o aparelho de imagem que queima na clínica: o prejuízo é a máquina e é também o serviço que deixou de ser feito enquanto ela não voltou. O seguro de equipamentos cobre o bem onde ele trabalha, e não apenas enquanto está guardado.
A Chiare & Mendes é corretora de seguros em Dourados-MS e cota equipamentos agrícolas, de construção e de saúde, novos ou usados, próprios ou financiados. Cada apólice tem a sua lista de riscos cobertos, os seus limites e as suas exclusões, descritos nas condições gerais — inclusive o que não entra, que costuma ser a parte mais importante da conversa.
Quem depende de uma máquina para faturar precisa dela funcionando, e precisa de uma resposta rápida no dia em que ela para.
Máquinas autopropelidas e rebocadas que trabalham se deslocando: colheitadeira, trator, plantadeira, pulverizador, escavadeira, retroescavadeira e similares.
Máquinas fixas na propriedade ou na planta: secadores, compressores, geradores, além de equipamentos de clínica e de laboratório.
Um dos riscos mais frequentes em máquina agrícola, sobretudo na colheita de material seco, e o mais caro quando acontece.
Subtração do equipamento com vestígio de arrombamento ou mediante grave ameaça. Furto simples, sem vestígio, costuma ficar de fora da cobertura.
Danos por acidente de causa externa durante a operação ou o deslocamento da máquina entre talhões e frentes de serviço.
O trajeto de uma fazenda a outra, ou de uma obra a outra, inclusive em cima da prancha, pode ser incluído na apólice.
As coberturas e os limites variam conforme a apólice e a seguradora. As condições detalhadas são apresentadas na cotação.
Mais do que indenização: serviços que resolvem o seu problema na hora. A disponibilidade varia conforme o plano.
Situações reais do dia a dia e como a apólice responde a cada uma delas.
Palha acumulada perto do motor pega fogo durante a colheita e a máquina é atingida.
O trator tomba ao contornar uma área alagada e sofre danos na estrutura.
A obra é arrombada durante a noite e um equipamento é levado do canteiro.
Cotamos as principais seguradoras do país e apresentamos as melhores opções, lado a lado, sem você precisar correr atrás.
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Base em Dourados-MS, mas atendimento em todo o Brasil, pela rede das seguradoras parceiras.
Nossos artigos explicam coberturas, sinistros e dúvidas comuns em português claro, sem juridiquês.
Em geral não. A apólice de equipamentos responde por dano de causa externa; falha mecânica ou elétrica interna, desgaste, corrosão e defeito de fabricação costumam estar entre as exclusões. Para pane interna existe a cobertura de quebra de máquinas, contratada à parte quando a seguradora oferece.
Pode, e é frequente o contrato de financiamento exigir. A instituição financeira costuma figurar como beneficiária da indenização até o limite do saldo devedor.
Circulação em via pública tem regra própria e nem toda apólice de equipamentos alcança esse trajeto. Se a máquina anda em rodovia, avise na cotação: pode ser necessária cobertura de responsabilidade civil ou uma apólice de veículo, dependendo do caso.
Não automaticamente. A responsabilidade civil por danos causados a terceiros durante a operação é cobertura adicional. Se ela faz ou não parte da sua apólice está escrito nas condições gerais.
Costuma ser, com vistoria prévia. Dependendo da idade da máquina pode haver restrição de coberturas ou critério de indenização diferente. A aceitação é sempre decisão da seguradora.
Depende do critério contratado: valor de mercado na data do sinistro ou valor determinado em apólice. São regras diferentes, com efeito direto no que você recebe. Isso se decide na contratação, não no sinistro.
Sim. Aparelhos de imagem, odontológicos e de laboratório podem ser segurados como equipamentos estacionários, com atenção especial à cobertura de danos elétricos.
Sim, em todo o Brasil. O equipamento é segurado no local de risco declarado, e o trânsito entre locais pode ser incluído na apólice.

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