RCTR-C
Cobre a sua responsabilidade por perdas e danos à carga de terceiros causados por acidente com o veículo: colisão, tombamento, capotagem, incêndio e explosão.
É a apólice que a lei exige e que o embarcador pede antes de fechar o frete.
Caminhão parado não fatura e carga perdida vira prejuízo com o cliente. Montamos o seguro completo da transportadora: a carga que você leva, a frota que roda e a equipe que faz o serviço acontecer. De Dourados-MS para viagens em todo o Brasil.

No transporte, o risco não é só o seu caminhão. A partir do momento em que a carga é embarcada, a transportadora responde por ela — e o valor de uma carreta de carga pode ser várias vezes maior que o do próprio veículo. Um tombamento na BR, um roubo na fila de um posto ou uma avaria de descarga viram cobrança do embarcador na semana seguinte.
Por isso o seguro do transportador é montado em camadas. Uma apólice responde pela carga de terceiros que você conduz, outra pelo veículo e pelo que ele causa na pista, e outra pelas pessoas: o motorista que dorme na estrada, o ajudante na descarga, a equipe do pátio.
Nossa função é fechar essas camadas sem sobreposição e sem buraco, e deixar claro o que fica de fora — porque é justamente o que fica de fora que aparece no pior dia.
RCTR-C, RC-DC, RCF-DC, averbação. Cada sigla cobre uma situação específica, e quase todo prejuízo grande que vemos acontece por confundir uma com a outra.
Cobre a sua responsabilidade por perdas e danos à carga de terceiros causados por acidente com o veículo: colisão, tombamento, capotagem, incêndio e explosão.
É a apólice que a lei exige e que o embarcador pede antes de fechar o frete.
Cobre roubo, furto qualificado e apropriação indébita da carga sob a sua responsabilidade — o risco que o RCTR-C não cobre.
Sem ela, uma carga roubada é prejuízo integral da transportadora.
Complementa a responsabilidade do transportador em operações e contratos que exigem limites maiores que os da apólice básica.
Comum quando o contrato com o cliente fixa limite mínimo por embarque.
Para quem é dono da mercadoria transportada: cobre a carga em si durante todo o percurso, independente de haver culpa do transportador.
Indicado para indústria, cooperativa e comércio que despacham produção própria.
Amassamento, molhadura, quebra, avaria de carga e descarga, içamento e falha de equipamento de refrigeração em carga frigorificada.
É o que resolve o sinistro de rotina, aquele que acontece sem batida.
Responsabilidade por carga sob custódia no armazém e em operações que combinam mais de um modal, além de RC ambiental para produtos perigosos.
Para quem também armazena, consolida ou opera cargas de terceiros.

Cavalo mecânico, carreta, bitrem, truck, utilitário de apoio e implementos entram em uma apólice de frota, com condições melhores que a soma de apólices individuais e uma única renovação para controlar.
Boa parte das convenções coletivas do setor obriga a transportadora a manter seguro de vida em grupo para os funcionários, com capitais mínimos e prazos definidos. Além da conformidade sindical, é o que segura a família do motorista quando algo acontece longe de casa.
Apólice com os capitais mínimos exigidos pelo sindicato da sua base, mantendo a empresa em conformidade e evitando passivo trabalhista.
Morte acidental, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares para motoristas, ajudantes e equipe operacional.
Serviço de funeral com traslado de corpo, item crítico quando o acidente acontece a mil quilômetros de casa.
Valor diário enquanto o motorista está afastado por acidente, aliviando o aperto financeiro da família.
Ações movidas por empregado acidentado no trabalho, indo além do que a Previdência cobre, com custos de defesa.
Proteção para quem sustenta a operação: liquidez para a empresa e para a família em caso de morte ou invalidez do dono.
Conferimos a convenção coletiva aplicável à sua base e emitimos a apólice com os capitais exigidos, para você não ser autuado nem cobrado em ação trabalhista.
O que a transportadora faz para evitar o sinistro entra na conta do prêmio. Gerenciamento de risco bem documentado é o que separa uma cotação caríssima de uma taxa competitiva.
Incêndio, vendaval, danos elétricos, roubo de bens e equipamentos, além do prédio e das benfeitorias da sede.
Mercadoria de terceiro parada no seu armazém aguardando embarque ou entrega, cobertura que a apólice de transporte não alcança.
Exigência das seguradoras em carga de valor agregado. Ter o sistema homologado reduz taxa e amplia o limite por embarque.
Regras de pernoite, trechos proibidos, tempo máximo de parada e checagem de motorista, formalizados como a seguradora exige.
Revisamos o histórico da frota antes da renovação para negociar franquia e prêmio com número na mão, não com achismo.
ANTT, CIOT, licenças de produto perigoso e CNH dos motoristas em ordem: documento vencido é a recusa de sinistro mais banal que existe.
Situações reais do dia a dia da estrada e qual apólice paga a conta em cada uma.
Carreta carregada com bebidas tomba em curva. Perda total da carga, dano no implemento e mais de dez horas de rodovia parcialmente interditada.
Motorista para para dormir e o veículo é levado com a carga completa de eletrônicos. Veículo recuperado dois dias depois, vazio.
Equipamento de frio para durante a viagem e a carga de proteína chega fora da temperatura. O cliente recusa o recebimento inteiro.
Queda de altura durante a descarga manual, com fratura e afastamento de três meses.
Parte dos volumes chega amassada por má acomodação e o cliente aceita apenas com abatimento no valor da nota.
Curto-circuito no quadro elétrico atinge escritório e área de armazenagem, com carga de cliente aguardando embarque.
Seguro de carga não termina na emissão: cada viagem precisa ser averbada. Explicamos o processo e acompanhamos a rotina junto com o seu setor operacional.
Levantamos rotas, tipos de carga, valor médio e máximo por embarque, relação de veículos, número de funcionários e o que os seus contratos com embarcadores já exigem de você.
Levamos ao mercado especializado e apresentamos as opções lado a lado: coberturas, limites, franquias e prêmio, com as diferenças destacadas em português claro.
Emitimos as apólices e treinamos o seu operacional na averbação das viagens, no prazo e no formato que a seguradora exige, para não perder direito a indenização.
No sinistro, abrimos e acompanhamos o processo com você, do aviso ao pagamento. Na renovação, usamos o histórico da frota para renegociar taxa e franquia.
Sim. A transportadora que faz transporte rodoviário de carga de terceiros é obrigada a manter o RCTR-C, que cobre a sua responsabilidade por perdas e danos à carga em caso de acidente com o veículo. O que não é obrigatório é o RC-DC, que cobre roubo e desaparecimento — e é exatamente onde está o maior prejuízo do setor. Contratar só o obrigatório é o erro mais comum que corrigimos.
O RCTR-C responde quando a carga é danificada por um acidente com o caminhão: colisão, tombamento, capotagem, incêndio ou explosão. O RC-DC responde quando a carga simplesmente desaparece: roubo, furto qualificado, apropriação indébita. São riscos diferentes, com apólices e taxas diferentes, e o embarcador cobra você nas duas situações.
A averbação é o registro de cada viagem na apólice, informando a carga, o valor e a rota. Se a viagem não foi averbada dentro do prazo previsto na apólice, a seguradora pode recusar o sinistro daquele embarque, mesmo com o seguro ativo e o prêmio pago. Deixamos esse fluxo combinado com o seu operacional e conferimos os primeiros meses junto.
Consegue, mas a seguradora vai exigir gerenciamento de risco: rastreamento, isca, escolta em determinados trechos, pernoite em local aprovado, checagem de motorista. Quanto mais estruturado o seu plano de gerenciamento, menor a taxa e maior o limite por embarque. Ajudamos a montar esse plano no formato que a seguradora aceita.
Vale, e a estrutura é a mesma em escala menor: RCTR-C e RC-DC para responder pela carga, apólice do veículo com RCF para o que você causa na pista, e acidentes pessoais para você. Um único evento sem seguro costuma custar mais do que anos de prêmio.
Na maioria dos casos sim, e o ganho não é só de preço: você passa a ter uma renovação só, uma franquia negociada em conjunto e histórico de sinistralidade da frota inteira, o que melhora a negociação a cada ano. Inclusão e exclusão de veículo é feita por endosso, sem precisar de nova apólice.
Na prática, quase sempre. A maioria das convenções coletivas do transporte estabelece seguro de vida em grupo obrigatório com capitais mínimos para os empregados. Verificamos a convenção da sua base e emitimos a apólice já nos valores exigidos, evitando autuação e ação trabalhista.
Depende da causa e da apólice. Falha mecânica de equipamento de refrigeração, por exemplo, é uma cobertura específica que precisa estar contratada — não vem no básico. É o tipo de detalhe que revisamos linha por linha na cotação, porque em carga refrigerada esse é o sinistro mais frequente.

Com a relação de veículos, as rotas, o tipo de carga e o valor médio por viagem, voltamos com as opções das seguradoras lado a lado — e apontamos onde a proposta mais barata cobre menos.