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Seguro de vida vale a pena? A conta para quem tem alguém que depende de você

Vale quando alguém depende da sua renda — filho, cônjuge, pais. Custa menos do que parece (a partir de dezenas de reais por mês para capital de R$ 100 mil) e paga em morte por qualquer causa, não só acidente. Como dimensionar.

Felipe Servignini MendesPublicado em
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Seguro de vida vale a pena se existe alguém que ficaria sem renda se você faltasse — filho, cônjuge, pai ou mãe que você sustenta. Se não existe, o produto que faz sentido é outro (invalidez, doenças graves, ou nenhum). O que ele faz é simples: paga um capital, livre de imposto de renda e sem passar por inventário, a quem você indicar, em caso de morte por qualquer causa — doença incluída, não só acidente. O que ele custa depende da idade e do capital, e para quem tem 30 a 40 anos é menos do que a maioria imagina.

Quanto contratar

A conta que a gente faz: quantos anos a família precisaria de renda até se reorganizar (filho terminar a escola, cônjuge voltar ao mercado), vezes a renda mensal que você traz, mais dívidas que ficariam (financiamento, empréstimo). Cinco anos de R$ 5 mil por mês são R$ 300 mil; com um financiamento de R$ 200 mil, meio milhão. Parece muito; para 35 anos, sem doença, fica em dezenas de reais por mês em várias seguradoras. O número exato sai na cotação, que é por idade, sexo e profissão.

O que costuma vir junto

  • Invalidez permanente por acidente: paga a você, em vida, se um acidente te tira a capacidade de trabalhar.
  • Doenças graves: um valor na hora do diagnóstico (câncer, infarto, AVC), para o tratamento e o período parado.
  • Assistência funeral: o que ninguém quer pensar e que custa R$ 5 mil a R$ 15 mil numa semana ruim.
  • Diária por incapacidade temporária, para autônomos: renda enquanto não trabalha.

O que não é seguro de vida

O seguro de acidentes pessoais do estágio, do cartão de crédito ou do sindicato paga só em morte por acidente — não em doença. Vida em grupo da empresa vale enquanto você está na empresa. Previdência é poupança, não proteção. Quem conta com um desses achando que tem seguro de vida costuma não ter.

Para quem não vale

Quem não tem dependente financeiro e não tem dívida que sobre para alguém. Nesse caso, invalidez e doenças graves protegem você — a morte não é o risco que precisa de dinheiro. É uma resposta que vende menos, e é a certa.

Faz a conta com a gente: Idade, renda, quem depende de você. A gente devolve o capital que faz sentido e o preço em três seguradoras. Ver o seguro de vida.

Felipe Servignini Mendes

Corretora de seguros habilitada pela SUSEP 202030976. Conteúdo informativo — não substitui a leitura das condições gerais da apólice nem orientação profissional individual.

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