Cotar o seguro da frota da empresa
São as perguntas que fazemos no balcão: o que a empresa faz, o que roda na frota, por onde e onde dorme. Com elas a gente já sabe quais seguradoras aceitam a frota. A relação placa a placa vem depois, pelo WhatsApp.
É pelo CNPJ que a seguradora vê a atividade e o histórico da empresa. Sem ele não sai cotação de frota.
O que acontece depois que você envia
- A equipe chama em horário comercial e pede o que não cabe num formulário: a relação dos veículos com placa, modelo e ano, o valor dos implementos, e a apólice atual com a relação de sinistros dos últimos dois ou três anos.
- Cotamos nas seguradoras que aceitam a sua atividade e o seu tipo de veículo. Bradesco e Allianz são as que mais usamos em frota; Porto, Tokio Marine, HDI, Mapfre e Zurich entram conforme o perfil.
- Você recebe as opções com prêmio, coberturas por tipo de veículo, franquia e assistência lado a lado. Se aprovar, a apólice passa a existir depois que a seguradora aceita o risco e o prêmio é pago.
Por que pedimos o CNPJ
Frota é seguro de pessoa jurídica: é pelo CNPJ que a seguradora vê a atividade da empresa e o histórico de sinistros. Sem ele não sai cotação, nem aqui, nem no balcão. Usamos o dado só para cotar e para falar com a empresa sobre esta cotação.
Por que declarar certo importa
Carroceria, rota, pernoite e carga de terceiros não são burocracia: são o que define o risco que a seguradora aceitou. Caminhonete que roda em obra com apólice de uso urbano, ou implemento que não foi declarado, só aparecem no dia do sinistro, quando já não dá para corrigir.
Prefere falar com uma pessoa? (67) 9 9625-2382 ou fale com a gente.